quinta-feira, 14 de julho de 2016

Minha despedida do blog

     Gostaria de comunicar aos leitores que no momento estou me despedindo da redação do blog, mas ele não sairá do ar e as minhas postagens antigas continuarão disponíveis.

    Esclareço os motivos:
- estou com alguns planos para outros trabalhos de apostolado via internet;
- tenho me ausentado por longos períodos do blog, ora por falta de tempo, hora por falta de criatividade e motivação;
- a falta de feedback suficiente dos leitores, o que nos deixa sinceramente sem saber se o blog está atingindo seus objetivos e acaba desmotivando um pouco;
- a falta de um foco no blog, que me deixa com medo de postar algo que não agrade a todos.

     Apesar de tudo, sei que muitas coisas que eu ou meu esposo escreveu ajudaram ou tem ajudado pessoas de alguma forma, o que me deixa feliz. Paz e bem a todos!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Excelente livro para pais e educadores católicos

        Independente de você estar interessado em adotar a prática do homeschooling ou não, o livro "Homeschooling Católico - Um guia para os pais" é uma excelente ferramenta para pais católicos que desejam de verdade que seus filhos cresçam como católicos praticantes e não se percam, e fornece excelentes orientações sobre a educação e a disciplina dos filhos.

     Foi lançado pelo Blog Encontrando Alegria, da Camila Abadie, traduzido do livro da autora Mary Kay Clark. O mesmo está disponível em e-book para compra por R$20,00 no site hscatolico.com e agora impresso pela Editora Concreta por R$69,00. Ainda que ele tenha sido escrito na realidade dos Estados Unidos, os orientações aí presentes encaixam-se à nossa realidade, uma vez que, também em nosso país, os pais têm tido dificuldade para passar a fé aos filhos de maneira que eles permaneçam com ela até a vida adulta.

     O homeschooling, que é ensinar os filhos em casa e não na escola, é uma prática ainda pouco conhecida e pouco divulgada no Brasil. Embora não seja exatamente proibida, ainda é mal vista pela maioria das pessoas e autoridades por motivos variados, seja porque acredita-se que os pais não tem tempo ou capacidade, ou porque é injusto privar as crianças de convívio social com outras crianças. Este livro desmistifica todas estas crenças, e mostra que não só é possível ensinar seus filhos em casa, como há milhares de famílias (principalmente nos Estados Unidos) que adotaram isso como um estilo de vida, inclusive existem escolas de alto nível que oferecem materiais, avaliações e suporte especificamente para homescholing.

 Mais que o simples homeschooling, o homeschooling católico permite às famílias viver profundamente o ano litúrgico e as riquezas sacramentais que a Igreja oferece, de maneira a ter certeza de que os filhos vão compreender a fé que vivem e amá-la. O interessante de ler este livro é que você não aprende apenas sobre homeschooling, pois a autora se embasa em diversos documentos como várias encíclicas que eu ainda não conhecia, e também dá diversas dicas baseadas na experiência própria enquanto mãe homeschooler de família numerosa e diretora de uma escola de homeschooling, dicas bem explícitas sobre a educação física, social, cultural, moral e religiosa dos filhos. Tudo se baseia no chamamento da família a ser uma igreja doméstica.

     Os motivos que levam as famílias a adotarem o homeschooling são, entre outros, o desejo de viver sua fé em família de maneira mais profunda, e o fato de que a maioria das escolas serem, infelizmente, um palco para aplicação de várias ideologias mundanas, e que as crianças e adolescentes são altamente influenciáveis pelos colegas; por mais instruídos pelos pais que sejam, é difícil se manterem totalmente fieis sem que sejam excluídos ou ridicularizados pelos outros, e então eles acabam cedendo em várias coisas e, assim, pecando. "A família, mesmo que ensine ideias católicas tradicionais, não pode competir com as sete horas diárias e cinco dias por semana durante os quais as crianças católicas frequentam o campo do inimigo da Igreja Católica", diz a autora, em uma realidade não muito diferente da nossa, nos Estados Unidos, onde existe muita competitividade nas escolas e vários casos de bulling cruel. 

    No itinerário em que vivemos, o caminho neocatecumenal, existem as famílias em missão, geralmente numerosas, que fazem um belíssimo trabalho de evangelização em cidades do mundo inteiro onde a fé católica já tem se perdido. Os filhos são geralmente colocados nas escolas locais para que possam evangelizar pelo exemplo e o amor presentes em suas famílias. Pelos testemunhos que nos contam, eles têm conseguido converter muitas pessoas, principalmente vizinhos. Certamente essas crianças e adolescentes têm dificuldade para cumprir este papel nas escolas; alguns realmente não conseguem. Mas ainda que eles queiram se perder, lá na frente vão lembrar das coisas que receberam dos pais em todos os momentos de oração e passagem da fé.

     Após ler este livro, já tive várias ideias para colocar muitas de suas orientações em prática, e tenho certeza de que colherei muitos frutos. Ainda que não adotemos a prática homeschooling, tenho plena certeza da importância que nós pais temos para ajudar nossos filhos a serem santos; para nós cristãos, o cuidado com suas almas deve ser muito mais importante que o conhecimento que eles devem adquirir, para que possamos responder como Jesus, "eu não perdi nenhum daqueles que me confiastes". Espero que todos que leiam também possam colher muitos frutos!

     Deixo aqui alguns links de blogs e sites de famílias que fazem o homeschooling e fornecem subsídios para catequese dos filhos:
- Domestica Ecclesia - domesticaecclesia.blogspot.com.br
- Chamas do lar Católico - lucianalachance.wordpress.com
- Encontrando alegria - www.encontrandoalegria.com
(estrangeiros)
- Shower of Roses - showerofroses.blogspot.com
- Blair Blessings - blairandsteven.blogspot.com
e vários outros.


     Por fim, algumas citações do livro:
 "Pense em tudo o que você fizer como uma possível oportunidade de ensinar algo aos seus filhos."

"Nós temos essa ideia moderna de que as crianças devem estar ocupadas o tempo todo. Antes do advento dessa obsessão, havia algo que as crianças faziam sozinhas e sem precisar ser forçadas pelos adultos. Chamava-se brincar."

"As crianças conseguem comportar-se bem. Não devemos jamais ver o mau comportamento de nossos filhos na igreja, em um restaurante ou no shopping e dizer 'são só crianças'".

"Antes que possamos contar com a obediência de nossos filhos em relação a tarefas escolares, precisamos ensiná-los a obedecer primeiramente às regras de Deus e, em segundo lugar, às nossas regras enquanto representantes de Deus nesse mundo."

"Para nós, católicos, o treino da vontade para fazer o bem é mais importante do que o treino da mente para saber. É inútil à mente saber, se a vontade escolhe agir malignamente."

"Não aceite o desrespeito como um 'sinal de que a criança está crescendo'. Não aceite cortes de cabelo bizarros e roupas estranhas ou imodestas como normais. Esses são sinais externos que evidenciam uma aceitação interna dos valores mundanos."

sexta-feira, 29 de abril de 2016

5 coisas que aprendi...

... como grávida:
- que a gente fica super curiosa para ver como ficará a barriga quando crescer, e quando cresce, parece muito normal;
- que a gente realmente se sente pesada, e a barriga é um pouco incômoda para algumas atividades;
- que a gente fica super distraída só pensando e pesquisando coisas para bebês;
- que as pessoas já não perguntam mais tanto por você, mas pelo bebê, e as perguntas são sempre as mesmas (quantos meses? é menino ou menina?);
- que todos os outros adjetivos seus vão ser substituídos por "grávida".

... como mãe de primeira viagem:
- que o leite materno só sai pela primeira vez quando o bebê começa a sugar, e que no começo não é tão fácil quanto parece;
- que tudo que vai entrar em contato com o recém nascido tem que estar muito bem lavado ou esterilizado;
- que é importante para nós que as pessoas perguntem e sintam carinho pelo bebê, mas também perguntem pela mãe, se está bem;
- que a dor do parto pode passar com tranquilidade se você se prepara bem;
- que no pós-parto volta quase que totalmente tudo pro lugar e nos sentimos até mais bonitas, mas com algumas estrias marquinhas de beleza.


...como mãe de primeira viagem e dona de casa:
- que é praticamente impossível ser mãe sozinha sem ter alguém em casa para ajudar pelo menos em uma parte do dia;
- que agora não tem alternativa, ou você acorda cedo, ou então o caminhão do lixo passa e seu lixo fica, o bebê fica sem tomar o banho de sol, e você acaba perdendo a manhã toda com o café da manhã, o banho do bebê e em fazer almoço;
- que o mais ideal mesmo é pensar com antecedência de uma semana o almoço de cada dia e sempre deixar descongelando desde cedo;
- que enquanto o bebê mama dá pra fazer uma série de coisas com uma mão só, como digitar, pegar algo na geladeira, etc (não é tão recomendável, mas às vezes é necessário!);
- que os horários de sono do bebê devem ser planejados para organizar a casa e também para descansar;
- (uma sexta coisa) que o bebê gasta muita frauda descartável, o que significa muito lixo na natureza, e que podemos revesar com fraudas de pano.


     Enfim... É difícil acreditar quando nos falam que nossa vida mudará quase completamente depois de ter um filho. Agora compreendo, e como tenho aprendido coisas novas, tido uma motivação extra pra vencer a preguiça e encontrado nova significação para a vida!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Meu parto humanizado no SUS

     Nosso filho, enfim, nasceu! 27 de janeiro de 2016.

     Gostaria de deixar um pouco da minha experiência de parto e parabenizar meu atendimento no SUS. Mesmo com muitos medos por parte da família, resolvemos arriscar e fizemos todo o pré-natal no posto de saúde mais próximo, e fui acompanhada por uma enfermeira muito boa, e a maior parte dos exames necessários foram feitos pela rede cegonha. 

     Como fiz natação durante toda a gravidez e não tenho histórico de doença grave na família, mantive o sonho de um parto normal humanizado, porém sabendo que atualmente no Brasil ocorrem tantas cesáreas eletivas e maus tratos nos partos normais por parte dos profissionais. Fiquei tentada a pagar umas enfermeiras que fazem parto humanizado em casa na cidade, mas descobrimos uma maternidade que tem assistência a um parto mais humanizado pela rede pública (o hospital universitário daqui). Então fiz uma visita e fiquei mais tranquila, mas havia o risco de não haver leito disponível na hora "h" (se isso ocorresse nos transfeririam a outra maternidade). 

     Com um mês antes do previsto (36 semanas + 1 dia), comecei a sentir as dores às 3 horas da madrugada, e às 8 horas da manhã ele nasceu, com 3kgs e muita saúde! Graças a Deus, neste dia, havia muitos leitos vazios. Nos surpreendemos com leitos de parto separados uns dos outros, onde ofereciam bolas de pilates e cadeiras para parto para a parturiente se sentir a vontade na melhor posição. Sabia que na cadeira de parto o expulsivo era mais fácil devido à ação da gravidade, então resolvi tentar. Queriam me dar ocitocina para acelerar as contrações do expulsivo, mas eu pedi pra esperar pois eu acreditava que não ia precisar. Meu esposo esteve comigo durante todo o processo, e em uns vinte minutos de expulsivo, nosso filho logo nasceu, e a obstetra (coincidentemente também chamada Amanda e com 24 anos!) colocou-o nos meus braços, e ele logo olhou para mim e para o pai... e isso jamais será apagado de nossas lembranças, passaria por tudo de novo!! Depois disso recebemos toda assistência necessária por vários profissionais e recebemos alta no terceiro dia. O quarto onde passamos este tempo é para quatro mulheres, um pouco apertado, e as instalações do banheiro não eram boas mas, tirando isso, foi tudo muito bom.

     Sei que cada mulher tem um limiar de dor diferente, e cada trabalho de parto, uma duração, mas pela experiência que tive, posso dizer que foi uma dor bastante suportável (a parte mais dolorosa, na minha opinião, foi o expulsivo). Somos capazes de dar a luz naturalmente, eu acreditei nisso e recomendo para todas que desejam  e podem passar por esta experiência! É preciso preparar-se psicologicamente, não dar ouvidos àqueles que fazem tanto terror, conhecer de antemão as etapas do trabalho de parto. Sempre procurei enxergar esta dor como algo que o próprio Deus dá a nós, mulheres, como um choque de realidade necessário para a nova fase da vida em que estamos entrando.

     Talvez não teria passado por isso com tranquilidade se não fosse meu esposo e meus pais, que me acompanharam durante toda a gestação, durante a qual tive a intercessão de Nossa Senhora do Bom Parto, mãe de Jesus e nossa mãe. Louvado seja Deus!

sábado, 7 de novembro de 2015

Desafios de ser cristão e universitário

     Lembro-me bem do dia em que minha irmã (mais velha) ia para seu primeiro dia de aula na universidade e meus pais sentaram com ela para alertar sobre o cuidado que deveria ter ao ingressar neste ambiente. Eles tinham alguns amigos da juventude que, depois de terem passado no vestibular, aos poucos foram se afastando de tudo o que acreditavam, no que diz respeito a sua fé. É realmente tentadora, a liberdade que temos depois que terminamos a escola, pois já não se tem mais cobrança para os pais, mas apenas você é responsável por si mesmo e por seus estudos. Muitas novas ideologias nos são apresentadas. Sei que não poucos passam a consumir algum tipo de droga, ou mudam totalmente seu estilo de vida.

Preparando para a Missa (2010)
     Essa liberdade pode ser positiva, se soubermos lidar bem com ela, procurando boas companhias, e se for de alguma religião, procurar algum grupo que se reúna durante a semana. Especialmente na UnB, onde eu, minha irmã e meu agora esposo já estudamos, tínhamos a Missa diária (que tem até hoje), nos envolvíamos nas equipes de preparação e fizemos muitas amizades. Assim é bem mais difícil se afastar das coisas que acreditamos mesmo num ambiente tão diversificado como a universidade. Não raro, também muitos se aproximam ou se aprofundam muito mais em sua fé na universidade, uma vez que também podemos ter contato direto com as bases de estudo da fé, como eu mesma e algumas pessoas que conheci.
Comemoração do meu vestibular (2010)

     Algo que mais vejo entre meus colegas em geral é o desejo de formar uma família ser cada vez mais adiado ou suprimido. A prioridade é terminar a graduação, o mestrado e o doutorado e depois pensar nisso, ou então conseguir um bom emprego. Isso é quase unânime na sociedade hoje, pois entende-se que a pessoa sozinha chega muito mais rápido ao topo de sua carreira. E isso é verdade na maioria dos casos, mas não digo que alcançará esse topo com a mesma responsabilidade e alegria do que se ele tivesse a companhia de sua família própria - se essa for sua vocação, pois sei que nem todos se sentem chamados para isso.

     Vejo isso pelo reação das pessoas quando digo que me casei, e mais ainda, que estou grávida. Não é algo que recomendo para qualquer pessoa pois cada um tem sua história e motivos, como no meu caso meu esposo já podia ter uma fonte de renda para nós. Mas digo por mim e por outros que conheço que é sim possível ter uma boa formação mesmo tendo minha família ainda jovem, se soubermos adaptar os nossos sonhos aos sonhos e necessidades do outro.

     Um outro desafio de ser cristão e universitário é a nossa postura diante de pequenas situações, como em conversas, provas, filas... às vezes é difícil tomar atitudes diferentes daquelas que todos estão tomando sem parecer tão chato e caxias, mas muitas vezes é necessário. Reprovei sete vezes ao total ao longo do meu curso, me envergonhava muito disso, mas sei que tive motivos. Ao longo do tempo em que passam os anos, é visível como nossos amigos vão se tornando mais fisicamente adultos, e aí você vê que serão eles quem serão os profissionais da sociedade. E as atitudes que tomam em pequenas situações, irão refletir na atitude que tomarão quando estiverem à frente de uma empresa, de um projeto, ou mesmo do país.

     Se você está entrando agora na universidade e deseja ser firme nas coisas que acredita, nunca sobreponha seus estudos e sua carreira à sua fé (e à sua família), pois ela é que é o nosso sustento até mesmo nos estudos. Não tenha medo de reprovar em alguma disciplina ou se prejudicar se para evitar isso você tenha que enganar alguém ou a si próprio. Aproveite bem, mas filtre bem, o que lhe é ensinado, pois a universidade pode ser um campo extremamente fértil de aprendizado e de oportunidades de amizade e crescimento espiritual e profissional. Um abraço a todos!

"Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca''. Provérbios 4, 5


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Bichos de estimação... uma forma de amar

     Este blog tem estado parado a algum tempo... no fundo tenho me questionado se devemos realmente prosseguir, apesar de achar que ele ainda pode ajudar muito, a nós, pois de certa forma é um meio de desabafar e compartilhar pensamentos e experiências, e também a quem nos lê. Nossa vida tem sido até tranquila, apesar da gravidez e do término da monografia, mas aproveitando esses últimos meses sem filhos, não que isso vá ser ruim, mas será uma nova fase bem diferente na vida. Na rotina de vivência com nossos cachorros, pensei escrever algo sobre eles, que em sua inocência e dependência, nos dam tanto carinho e até nos ajudam a ser mais responsáveis.


     Há quem goste e quem não goste de bichos, seja porque sujam muito ou porque tem medo. Quem tem medo, geralmente é devido a alguma experiência ruim com eles. Mas é reconhecido por todos o companheirismo de um cão (ou um gato, pra quem gosta), e a alegria que ele proporciona.



     Em nossa casa temos dois cachorros, um macho já adulto, e uma fêmea pequena. Às vezes fico com raiva da sujeira e da bagunça que causam e do trabalho que dão quando fogem de casa ou encrencam com as visitas. Mas quando recebo a alegria deles no quintal e querem brincar sem cansar, fico feliz de tê-los, sem contar que assustam qualquer ladrão que pense em entrar em casa!

     Para nós enquanto casal ainda sem filhos, eles proporcionam um bom teste, apesar de representar bem menos o "trabalho" que uma criança dá, em relação a alimentação, atenção necessária e várias outras coisas. Muitas vezes temos que tentar decifrar o que eles querem ou o que estão precisando. Mas muitos cuidados devem ser atendidos, como trocar a água, se não tem ração, tem que preparar alguma coisa, dar algum resto, dar lugar espaçoso, se estão agoniados, tem que passear, brincar um pouco. Antes de pensar em acordar muito tarde, lembrar que tem que ao menos por a comida deles.

     Eu recomendaria tê-los, principalmente a casais sem filhos. Sim, pode ser despesa, ração é cara, eles ficam doentes e uma consulta veterinária também é cara às vezes. Mas não é despesa tão significativa. Há veterinários que dizem que faz mal dar resto de comida, mas nem ligamos pra isso, se tomarmos o cuidado de não dar o que eles não podem comer (ossos de galinha, chocolate, comidas salgadas etc), é até uma forma de não estragar comida tê-los no quintal, pois eles comem tudo e adoram, principalmente cascas de frutas. Às vezes substituimos a ração, quando acaba, por uma polenta de floco de cuzcuz com pedaços de abóbora e restos de carne etc, ou então compramos pedaços de osso no açougue, que aqui é R$1,00 o quilo e dura vários dias! Devo também lembrar que eles costumam se dar bem com crianças, mas isso depende da raça.

     Enfim, eles são uma boa forma de amar e também dão amor, na verdade, até mostram um pouco da face de Deus, sua perfeição enquanto criador.

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